Grande Rio quer levantar poeira e o público com a história de Ivete Sangalo


Enredo de Fábio Ricardo conta a biografia da cantora até a chegada ao Rio. Trios elétricos e blocos além de tradições e culturas baianas vão passar pela Sapucaí.




É para levantar a poeira, a moral, o público na arquibancada e não deixar ninguém parado. A Acadêmicos do Grande Rio, com enredo “Ivete de rio a Rio” (CONFIRA A LETRA DO SAMBA ABAIXO), do carnavalesco Fábio Ricardo, faz um animado painel da vida da cantora baiana Ivete Sangalo. Desde a infância da cantora às margens do Rio São Francisco à chegada ao Rio de Janeiro. A escola quer eletrizar o Sambódromo e fazer o público pular feito pipoca com a passagem da musa do carnaval da Bahia.

O desfile vai começar cantando o nascimento de Ivete, em Juazeiro, mostrando o sertão nordestino e as águas do Rio São Francisco. Mostra também a relação com a família, de sua religiosidade e as lembranças de menina, como a lenda da Serpente de Olhos de Fogo, que a assustava.

Para celebrar a musa da folia baiana, a Grande Rio vai lembrar os trios e blocos que balançaram praças e ladeiras de Salvador. Também estarão representadas no desfile a cultura e as tradições da Bahia, como as baianas que vendem acarajé.

O enredo mostra o início da carreira de Ivete, que cantava em bares acompanhada de seu violão, justamente no momento em que começava a despontar a axé music e sua passagem pela Banda Eva, onde foi alçada ao estrelato.

O final do desfile vai mostrar a cantora chegando a Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde vai aportar com seu carisma e energia, celebrando as múltiplas vocações musicais da região e exaltando a sua completa identificação com a alegria do povo do Rio de Janeiro.

Confira a letra do samba:

A Grande Rio vem dar um banho de axé
Salve! toda essa gente de fé
O tambor da Invocada promete
Levanta a poeira, Ivete

Brilha minha estrela
Alumia o meu caminhar
Menina baiana do Juazeiro
Saudade mandou um cheiro
Velho Chico... histórias fez lembrar
Nossa Senhora sempre a me guiar
Sol inclemente
Terra seca era o sertão
adolescente, abraço o violão
“Forroziei”, pulei fogueira, viva São João
Minha família, doce inspiração

E lá vou eu, pé na estrada
E lá vou eu, meu amor
Olhos de fogo da serpente encantada
Iluminavam meu destino a Salvador

Cantei a noite buscando o que eu queria
Alegria! Alegria!
Guitarra, frevo, tambores que têm magia
Ê Bahia! Ê Bahia!
Com a Eva encantei toda cidade
No trio arrastei as multidões
Canto a minha verdade, africanidade
Mistura de emoções
Meu timbau... virou sucesso internacional
Nos palcos do mundo o estrelato, a consagração
Mãe Preta no seu acalanto
Me fez "mainha", embalei toda nação
Comunidade, povo do gueto, eu vou

Fonte da informação: Internet
Imagem: reprodução da internet

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